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Mesmo com avanço da IA, livro físico ainda é preferência do leitor brasileiro

Por Da Redação
Mesmo com avanço da IA, livro físico ainda é preferência do leitor brasileiro

Anderson Cavalcante, CEO e fundador da Buzz Editora (Foto: Divulgação)

Anderson Cavalcante, CEO e fundador da Buzz Editora (Foto: Divulgação)

Em um cenário marcado pelo avanço da inteligência artificial, pela digitalização de conteúdos e pela popularização de plataformas de leitura digital e audiolivros, o livro físico segue ocupando um espaço de destaque no hábito dos brasileiros. Dados da Câmara Brasileira do Livro (CBL), levantados pela Nielsen BookData, mostram que 56% das pessoas que compraram livros nos últimos 12 meses adquiriram apenas edições físicas, enquanto 30% optaram por ambos os formatos e apenas 14% escolheram exclusivamente e-books. O estudo também revela que, caso os preços fossem equivalentes, 49% dos brasileiros prefeririam comprar livros em livrarias físicas.

Para Anderson Cavalcante, CEO da Buzz Editora, os números refletem mais do que uma escolha de formato, pois apontam para a permanência do vínculo sensorial e emocional com o livro impresso. “Esses dados confirmam algo que já observamos no dia a dia, que o papel continua insubstituível. O peso, o aroma, a textura e o tempo dedicado à leitura criam uma experiência que vai além da informação. Em um mundo acelerado e automatizado, o livro físico representa pausa, profundidade e conexão com histórias que tocam o leitor”, afirma.

Ainda segundo o levantamento da CBL/Nielsen, os livros foram, em 2024, a segunda categoria cultural mais consumida no país, atrás apenas do cinema. Para Cavalcante, esse desempenho demonstra que, mesmo diante do bombardeio digital, a leitura impressa segue relevante como produto cultural. Com base nesse cenário e em sua trajetória à frente de sucessos editoriais nas áreas de literatura e desenvolvimento pessoal, o executivo afirma que a Buzz Editora projeta, para 2026, um fortalecimento ainda maior do livro impresso, com foco em narrativas autênticas e na valorização da experiência da leitura como algo afetivo e transformador.

“Nosso papel como editores vai além de publicar. Somos curadores de histórias que merecem ser vividas página a página. A tecnologia pode apoiar processos, mas não substitui a sensibilidade humana, o olhar crítico e o afeto que um editor imprime em cada obra”, conclui Cavalcante.

Sobre Anderson Cavalcante

CEO e fundador da Buzz Editora (desde 2016), Anderson Cavalcante é responsável por projetos que somam milhões de exemplares vendidos no Brasil e no exterior. É também autor best seller com mais de 2,6 milhões de livros vendidos e com obras traduzidas em mais de 20 países. Além de palestrante internacional, é editor e mentor de empresários. Em 2025, lançou seu podcast Negócios & Família, unindo sua paixão por histórias com seu propósito de inspirar pessoas por meio de conteúdos transformadores.

 











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