Vírgula

Álbum

Cartuns ultrajantes do Charlie Hebdo

Foto 9 de 10

Uma biografia em desenho do profeta Maomé gerou revolta de grupos muçulmanos, mas os editores negaram que houvesse qualquer conteúdo inapropriado.

Uma biografia em desenho do profeta Maomé gerou revolta de grupos muçulmanos, mas os editores negaram que houvesse qualquer conteúdo inapropriado.

Um cartum de Maomé pelado provocou o fechamento de centros culturais, embaixadas, consulados e escolas de língua franceses em 20 países muçulmanos, em 2012. A Casa Branca criticou a publicação do desenho, e um homem foi preso depois de fazer ameaças de morte, pelo Facebook, à redação.
A publicação fez, em 2011, uma edição supostamente editada por Maomé, em que o profeta muçulmano diz: 'Mil chibatadas se você não morrer de rir'. Isso motivou um ataque terrorista com bombas que destruiu a redação do Charlie Hebdo.
Seis dias depois de ter sua redação destruída e seu site hackeado, o jornal publicou um desenho de um de seus cartunistas beijando um homem muçulmano, com a frase: 'O amor é mais forte que o ódio'
O Papa pede demissão: 'Enfim livre'
'Michael Jackson enfim branco', diz essa capa do Charlie Hebdo.
Sátira à condenação do Vaticano ao uso de camisinhas: "O Papa vai longe demais: 'Este é o meu corpo'".
Uma das maiores controvérsias do jornal foi a publicação de um cartum de Maomé, em 2006, em que ele diz, chorando: 'É difícil ser amado por idiotas'. O então presidente Jacques Chirac acusou o periódico de 'claras provocações'. Grupos muçulmanos processaram a publicação.
O cartum de um rabino empurrando Maomé em uma cadeira de rodas, uma sátiriza ao filme Intocáveis, também causou barulho. "Não deve rir", diz o profeta, no desenho.
Uma biografia em desenho do profeta Maomé gerou revolta de grupos muçulmanos, mas os editores negaram que houvesse qualquer conteúdo inapropriado.
Capa do Charlie Hedbo a favor do casamento gay mostra pai, filho e Espírito Santo em um <em>ménage a tròis</em>