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Cartuns ultrajantes do Charlie Hebdo

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Uma das maiores controvérsias do jornal foi a publicação de um cartum de Maomé, em 2006, em que ele diz, chorando: 'É difícil ser amado por idiotas'. O então presidente Jacques Chirac acusou o periódico de 'claras provocações'. Grupos muçulmanos processaram a publicação.

Uma das maiores controvérsias do jornal foi a publicação de um cartum de Maomé, em 2006, em que ele diz, chorando: 'É difícil ser amado por idiotas'. O então presidente Jacques Chirac acusou o periódico de 'claras provocações'. Grupos muçulmanos processaram a publicação.

Um cartum de Maomé pelado provocou o fechamento de centros culturais, embaixadas, consulados e escolas de língua franceses em 20 países muçulmanos, em 2012. A Casa Branca criticou a publicação do desenho, e um homem foi preso depois de fazer ameaças de morte, pelo Facebook, à redação.
A publicação fez, em 2011, uma edição supostamente editada por Maomé, em que o profeta muçulmano diz: 'Mil chibatadas se você não morrer de rir'. Isso motivou um ataque terrorista com bombas que destruiu a redação do Charlie Hebdo.
Seis dias depois de ter sua redação destruída e seu site hackeado, o jornal publicou um desenho de um de seus cartunistas beijando um homem muçulmano, com a frase: 'O amor é mais forte que o ódio'
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Uma das maiores controvérsias do jornal foi a publicação de um cartum de Maomé, em 2006, em que ele diz, chorando: 'É difícil ser amado por idiotas'. O então presidente Jacques Chirac acusou o periódico de 'claras provocações'. Grupos muçulmanos processaram a publicação.
O cartum de um rabino empurrando Maomé em uma cadeira de rodas, uma sátiriza ao filme Intocáveis, também causou barulho. "Não deve rir", diz o profeta, no desenho.
Uma biografia em desenho do profeta Maomé gerou revolta de grupos muçulmanos, mas os editores negaram que houvesse qualquer conteúdo inapropriado.
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