Relacionamento aberto, fechado, do avesso, de cabeça para baixo, monogâmico, inteiro, pela metade… As possibilidades são muitas, não há como negar. Com o passar do tempo, cada casal descobre a dinâmica que melhor funciona para si, dentro de um acordo de fidelidade, entrega e comprometimento muito próprio pessoal.

Para alguns, sexo fora da relação não é traição; para outros, porém, não existe a menor possibilidade de aceitar e compreender a famosa “pulada de cerca”. É fim de papo.

O relacionamento aberto, por sua vez, não é para todo mundo. Vai muito da natureza do casal, dos valores que eles compartilham. Tudo pode ser conversado, é claro; o que não vale é entrar nessa brincadeira meio que à força, simplesmente para agradar e fazer a vontade do outro. Com o tempo, essa frustração tende a ganhar espaço, tornando o amor cada vez mais dolorido e impraticável.

Será que é este tipo de lance que você curte, de verdade? Veja o resultado no teste abaixo:


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