(Foto: divulgação) Paradise Lost

Existe melodia no gutural? Nas mãos (e na voz) do Paradise Lost, sim! Com quase 30 anos de carreira, a banda britânica, uma das maiores de gothic metal do mundo, sabe muito bem dosar harmonia e peso com maestria, e por isso que é tão amada e respeitada, inclusive pelos headbangers brasileiros que celebram cada vinda do grupo ao país. O próximo encontro será neste sábado, 15, quando se apresentam na 1ª edição do Epic Metal Fest Brazil, que rola na Audio, em São Paulo, à partir das 13h.

Em turnê divulgando The Plague Within, o 14º de estúdio, o Paradise Lost chega ao Epic Metal Fest Brazil com a missão de conseguir incluir todos os hits (ou quase todos – e olha que são muitos) em um show de festival, que normalmente tem o tempo reduzido. Para saber mais como será essa apresentação, o Virgula trocou uma ideia com Aaron Aedy, guitarrista e um dos fundadores da banda, que também falou de assuntos diversos como a primeira vez em que estiveram no Brasil, no extinto festival Monsters of Rock, em 1995, e sobre o polêmico álbum Host, de 1999, que mistura peso com batidas eletrônicas, e causou controvérsia nos fãs na época.

Leia abaixo e se prepare, porque, se depender da empolgação de Aaron, a apresentação vai ser intensa!

Virgula: em São Paulo vocês vão tocar no Epic Metal Fest, e você sabe, shows em festivais costumam ser mais curtos. Nesses casos, como vocês fazem para escolher o setlist? 

Aaron Aedy: Será uma mistura com canções de todas as épocas. Temos feito isso nos festivais de verão, por isso está sendo interessante.

Qual música nunca pode faltar nos shows do Paradise Lost?

Costumava ser As I Die, mas a deixamos de fora em alguns shows recentes. Depois de 14 álbuns, é difícil tocar todas que você quer em um único show, por isso há uma constante mudança no setlist. Outra que é muito tocada é Say Just Words, que é uma grande canção para terminar [o show] quando fazemos.

A primeira vez em que o Paradise Lost veio ao Brasil foi no Festival Monsters of Rock, em 1995. Qual foi a importância daquele show? O que se lembra?

Lembro-me do quanto ficamos maravilhados com o tamanho dos shows e a paixão do público brasileiro; tal como uma grande turnê de festivais. Foi incrível. São tantas memórias! Bons tempos.

O álbum Host, de 1999, é o mais diferente da carreira do Paradise Lost, com ênfase nos teclados e principalmente na bateria eletrônica, elemento não tão comum no som da banda. Vocês não pensam em gravar um outro álbum como este no futuro?

Nós nunca tentamos prever o futuro no que diz respeito ao que vamos fazer. Host foi um trabalho importante em nossa carreira e foi um álbum que precisávamos fazer naquela época. Então, nós o vemos como um trampolim importante para onde chegamos, e hoje estamos amando a nossa banda mais do que nunca.

Em 2018 o Paradise Lost vai completar 30 anos. Já pensaram em como vão celebrar a data? Algum lançamento especial?

Nada foi discutido até agora. Eu não tenho certeza…mas, vamos ir ao Brasil primeiro (risos)!

Vocês vieram várias vezes ao Brasil. Já tem alguma bebida brasileira favorita? Ou alguma canção?

Eu amo caipirinha e bebo desde que a experimentamos no Monsters of Rock. Na verdade, me lembro que levei duas garrafas de caipirinha pra casa naquela turnê. Mas, a minha coisa preferida no Brasil é o povo, que eu amo. Todo mundo aí é sempre simpático e hospitaleiro, e amam a nossa música. São atributos fantásticos de se ter!

Para finalizar, uma mensagem aos fãs brasileiros que vão vê-los no Epic Metal Fest:

Estou realmente ansioso para esse show, talvez o máximo que já estive em tocar no Brasil. Vamos nos divertir \m/!

SERVIÇO:

Epic Metal Fest Brazil – com Epica, Paradise Lost, Finntroll, Xandria, The Ocean, Tuatha de Dannan e Project 46

Data: 15/10 (sábado)
Local: Audio SP
Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 694 – Água Branca
Abertura da casa: 13h00
Início dos shows: 14:30
Previsão de término: 21:30
Classificação etária: 16 anos
Menores de 16 anos: entrada permitida com responsável legal, mediante apresentação de documento

INGRESSOS:

Pista – Promocional com 1 Kg de Alimento* – EARLY BIRD: R$ 190,00 (Até 14/6/2016)
Pista – Meia Entrada – EARLY BIRD: R$ 190,00 (Até 14/6/2016)
Pista – Inteira – EARLY BIRD: R$ 380,00 (Até 14/6/2016)

Pista: Promocional com 1 KG de Alimento* – R$ 220,00 (após 14/6)
Pista – Meia Entrada – R$ 220,00 (após 14/6)
Pista – Inteira – R$ 440,00 (após 14/6)

Mezanino – Promocional com 1 Kg de Alimento*: R$ 270,00
Mezanino – Meia Entrada: R$ 270,00
Mezanino – Inteira: R$ 540,00

Pista Premium – Promocional com 1KG de Alimento*: R$ 300,00
Pista Premium – Meia Entrada: R$ 300,00
Pista Premium – Inteira: R$ 600,00

Ingresso + novo CD do Epica autografado (CD nacional, será entregue em mãos no dia do evento):

Pista EARLY BIRD + CD – Meia: R$ 230,00 (Até 14/6/2016)
Pista EARLY BIRD + CD – Promocional com KG de alimento*: R$ 230,00
Pista + CD – meia: R$ 260,00
PIsta + CD – Promocional com Kg de alimento*: R$ 260,00
Mezanino + CD – Meia: R$ 310,00
Mezanino + CD – Promocional com Kg de Alimento*: R$ 310,00
Pista Premium + CD – Meia: R$ 340,00
Pista Premium + CD – Promocional com Kg de Aliemento: R$ 340,00

*O ingresso promocional antecipado é válido mediante a entrega de 1 kg de alimento não-perecível na entrada do evento. Tudo que for arrecadado será doado ao projeto Pari Sem Fome, que auxilia moradores de rua e refugiados estrangeiros nas regiões do Pari, Canindé e Centro

Venda online (com taxa de conveniência): www.ticket360.com.br

Ponto de venda sem taxa de conveniência:
-Bilheteria da Audio
Horário de funcionamento: de Segunda à sábado das 13h às 20h.


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'Terá músicas de todas as épocas', diz Paradise Lost sobre show no Epic Metal Fest

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