Foto: Gabriel Quintão

Foi curto? Sim. Foi intenso? Também! O show do Muse, que rolou neste sábado (24) em São Paulo no Allianz Parque, foi tipo dose certa para os fãs. Matt BellamyChris Wolstenholme e Dominic Howard vieram fazer um jogo rápido; enfileiraram hits atrás de hits e não abriram espaço para firulas e aquelas músicas melodramáticas intermináveis que encontramos em seus discos (ainda bem). Foi tipo ‘pá, pum’, papo reto. Tá ligado?

Músicas do novo e pesado disco Drones deram o tom do espetáculo. Mas, hits como Plug In Baby, Muscle Museum, Time Is Running Out e Starlight não poderiam faltar, e estavam no set. Para finalizar, mandaram a empolgante Knights of Cydonia, que saiu ecoando na nossa mente.

Foto: Gabriel Quintão

O Estádio não estava completamente lotado (a Pista Premium possuía espaços vazios e a Arquibancada Superior nem foi aberta), e a produção também foi reduzida perto da que eles costumam apresentar no exterior. Por exemplo, os drones que sobrevoam o público durante os shows gringos não vieram. Mas teve:

Chuva de papel picado durante Mercy, que deixou a casa do Palmeiras totalmente tricolor.

Muse toca Mercy em São Paulo com direito a chuva de papel picado

E bolas pretas e gigantes sobrevoando a cabeça da galera ao final de Uprising

Muse encerra show em São Paulo com Uprising

Não chegou a ser uma apresentação bombástica como a do Rock In Rio, em 2013, ou como no Lollapalooza, em 2014, mas talvez fosse isso mesmo que os fãs do Muse estavam precisando; um concerto mais ‘intimista’, mesmo sendo em um estádio, e com aquela cara de “hoje somos só de vocês”. E foi bonito!

Saca só a vibe do show:

Showzaço do Muse no Allianz Parque, em SP


Créditos: Gabriel Quintão

 


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Muse não lota o Allianz Parque, mas faz show potente e 'intimista' em São Paulo

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