Cresce procura por transplantes capilares entre o público feminino “60 mais” (Foto: Arquivo pessoal)

Se a procura pela cara-metade não tem idade, a vaidade também não. Que o diga a rede Mais Cabello, que acompanha o aumento da procura de mulheres com mais de 60 anos por tratamentos e transplantes capilares.

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Fundada há quatro anos e hoje com 35 unidades distribuídas pelo Brasil, a rede investe nos avanços da tecnologia para atender bem e de forma contínua um público cada vez mais grisalho.

“É visível o aumento do público feminino acima de 60 em busca de transplante capilar. Se voltarmos no tempo, essas mulheres foram jovens na década de 1980 ou 1990, quando pouco se falava em tratamento de alopecia androgenética feminina e muito menos sobre transplante capilar. Para elas, o minoxidil era a única alternativa.”, afirma a dermatologista e tricologista da Mais Cabello, Cecília Bello.

Ainda de acordo com a dermatologista, pacientes que chegam na terceira idade com um histórico saudável e boa área doadora de fios podem ser candidatas a cirurgias como a FUE – sigla de “extração de unidades foliculares”, do inglês folicular unit extraction. A técnica tem contribuído para a popularização do transplante capilar pelas vantagens significativas – uma delas, o fato de ser financeiramente mais acessível, com menos riscos de complicações e resultados mais naturais no pós-operatório.

“A técnica FUE torna a trajetória ainda mais viável. No caso das mulheres, o transplante pode ser realizado sem a necessidade de raspar a cabeça. Importante dizer que a alopecia androgenética feminina é diferente da masculina, desde sua fisiopatologia quanto evolução e tratamento. Vemos mulheres que fazem o transplante e gostam do resultado, ficam bonitas porque ocasiona naturalmente um rejuvenescimento e a melhora a autoestima delas. É bastante gratificante, não apenas para o médico que realiza o procedimento, como para a paciente que se vê de uma nova forma no espelho”, completa Cecília.

A autoestima é um fator decisivo na abertura do público “60 mais” em relação aos transplantes capilares. Hoje em dia não é incomum se encontrar idosas cada vez mais vaidosas e preocupadas com a aparência. É o caso de Vera Lucia Gracie, que aos 78 anos optou pelo procedimento para se sentir mais bonita.

“Antes estava me achando feia e não gostava muito de ir a eventos sociais. Hoje me relaciono melhor, o procedimento impactou demais na minha autoestima. O atendimento foi impecável, tanto no pré quanto no pós-transplante. Uma experiência ótima. Desde então, eu sempre indico, até para pessoas que não conheço e que percebo que tem o mesmo problema que eu tinha”, relata.

Atuando nas cinco regiões do Brasil, a rede conta com Deborah Secco e Malvino Salvador no time de sócios e oferece uma gama de atendimentos, que inclui estímulo capilar, transplante para cobertura de cicatrizes, transplante de barba, Vittahair (inserção de ativos no couro cabeludo), detox do couro cabeludo, reflexologia com óleos. Para viabilizar tudo isso, a rede conta com equipamentos como vapor de ozônio, alta frequência e laser com LED.

Importante salientar que, em complemento aos protocolos iniciados nas clínicas, os clientes ainda podem cuidar dos cabelos em casa com a linha própria de produtos da rede.


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Cresce procura por transplantes capilares entre o público feminino "60 mais"

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