Evandro Mesquita

Quem?!?! Integrante da Blitz!

BLITZ
Pior: Eu sou fã. Tenho os discos da Blitz. Quem era chique, ouvia Blitz.
Emílio: Vocês se juntaram de novo para fazer shows aqui em SP?
Evandro: Isso. Neste final de semana, fazemos um show em Santos e outro no HSBC Brasil, em São Paulo.
Pior: Quando vocês fazem estes shows por que a Fernanda Abreu nunca está? Ela era super importante na banda.
Amanda: Porque ela é uma chata.
Evandro: Nós a convidamos, mas ela preferiu seguir a carreira solo dela. Ela fez uma participação no nosso DVD. Nós somos da época em que nem VHS existia. Por isso, o sonho da banda era gravar um DVD. Conseguimos realizar esta ambição em 2007. A Ivete Sangalo, o Paulo Ricardo, a Danni Carlos também participaram. Para nós, foi um prazer voltar para a estrada. A garotada redescobriu a Blitz na internet. Então, nosso show tem a galera mais velha, que acompanhou nosso sucesso, e a moçada de agora. Ela regravou o “A dois passos do paraíso”. Acho que a Blitz também faz falta para ela.
Pior: Se você falar que vai pagar cachê, ela vai.

MÚSICA DE FACULDADE
Emílio: A música “Você não soube me amar” é muito legal. Eu ouvia quando ia para a faculdade em Bauru.
Amanda: Nossa! Faz tempo, hein…
Pior: Em 82, demônio.
Emílio: Isso não é problema seu.
Amanda: Não imagino o Emílio na faculdade, na festa da facul, na cervejada. O Emílio devia ser muito nerd.
Emílio: Pelo menos, eu não repeti o último período.

MARACANÃ
Carioca: Eu fui em um show deles com o Balão Mágico no Maracanã. Estava muito cheio. Deve ter sido o show de vocês com o maior número de pessoas.
Emílio: Não. Eles fizeram o Rock In Rio.
Evandro: No Rock In Rio de 85 dava mais de 2 Maracanãs cheios.
Emílio: Eu nunca vou esquecer este Rock In Rio.
Bola: O AC/DC tocou. Paralamas, Rod Stewart, Iron Maiden também.
Emílio: Mais de 250 mil pessoas foram a este Rock In Rio.
Evandro: Lembro que a nossa apresentação era a última das atrações nacionais. Tocamos com o pôr do Sol.

RIO X SP
Pior: Na época da Blitz tinha uma rivalidade entre os músicos do Rio e os de SP?
Evandro: Essa briga era a mídia quem fazia. No RJ, era mais o ligado ao samba enquanto SP fazia mais rock, algo mais “dark”. Nós chegamos mais coloridos, causando e a imprensa inventou uma rivalidade, mas nos encontrávamos nos bastidores de programas e a convivência era bem bacana. Nosso sucesso abriu portas para muitas bandas conseguirem gravar um LP.


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Evandro Mesquita