As partidas do Santos têm proporcionado a todos os torcedores grandes emoções. Isso não significa grandes vitórias. Há dois exemplos (Palmeiras e Grêmio) de derrotas com jogos quase ganhos.

A forma de propor jogo ao adversário é inusitada. Quase sempre os concorrentes esperam para tentar vencer o time da Vila Belmiro nos contra-ataques, especialmente quando são visitantes.

A agressividade imposta nos momentos iniciais em 90% dos casos se transforma em vantagem para os Meninos da Vila. Não resta alternativa, o convite está feito: vamos jogar futebol?

Quando o oponente tem qualidade acontece a magia: muitos gols, grandes jogadas, jogo aberto, praticamente uma partida kamikaze.

Mesmo quando perde, o time de Ganso, Neymar e Robinho acaba como protagonista. Qualquer semelhança com a seleção brasileira de 1982 não é mera coincidência. Sem medo, algumas seleções também podem propor o jogo ao adversário, tomar iniciativa. A palavra é equilíbrio.

O papel do treinador nesse momento é não atrapalhar. Aqueles (a maioria) que adoram volantes, ferrolhos, muita marcação, defensivismo não se conformam e citam, por exemplo, a Grécia campeã européia em 2004 (vencendo duas vezes Portugal) e Once Caldas, campeão da Libertadores no mesmo ano que difundiram “a maldição dos volantes”.

Ah, Alemanha 90, Brasil 94 também estão aí.

Ponto para quem relacionou os “esquadrões dos volantes” aos convocados de Dunga. Não se sabe se Julio Baptista, Elano e Ramires jogam de meias com desenvoltura, mas TODOS eles já foram segundo volantes.

É a antítese do futebol.

Sempre vou preferir o “jogar muito bonito, dar show e vencer” ao escolher entre as históricas hipóteses: você prefere jogar bonito e perder ou jogar feio e ganhar?

Colaboração: Raphael Prates

As partidas do Santos têm proporcionado a todos os torcedores grandes emoções. Isso não significa grandes vitórias. Há dois exemplos (Palmeiras e Grêmio) de derrotas com jogos quase ganhos.

 

A forma de propor jogo ao adversário é inusitada. Quase sempre os concorrentes esperam para tentar vencer o time da Vila Belmiro nos contra-ataques, especialmente quando são visitantes.

 

A agressividade imposta nos momentos iniciais em 90% dos casos se transforma em vantagem para os Meninos da Vila. Não resta alternativa, o convite está feito: vamos jogar futebol?

 

Quando o oponente tem qualidade acontece a magia: muitos gols, grandes jogadas, jogo aberto, praticamente uma partida kamikaze.

 

Mesmo quando perde, o time de Ganso, Neymar e Robinho acaba como protagonista. Qualquer semelhança com a seleção brasileira de 1982 não é mera coincidência. Sem medo, algumas seleções também podem propor o jogo ao adversário, tomar iniciativa. A palavra é equilíbrio.

 

O papel do treinador nesse momento é não atrapalhar. Aqueles (a maioria) que adoram volantes, ferrolhos, muita marcação, defensivismo não se conformam e citam, por exemplo, a Grécia campeã européia em 2004 (vencendo duas vezes Portugal) e Once Caldas, campeão da Libertadores no mesmo ano que difundiram “a maldição dos volantes”.

 

Ah, Alemanha 90, Brasil 94 também estão aí.

 

Ponto para quem relacionou os “esquadrões dos volantes” aos convocados de Dunga. Não se sabe se Julio Baptista, Elano e Ramires jogam de meias com desenvoltura, mas TODOS eles já foram segundo volantes.

 

É a antítese do futebol.

 

Sempre vou preferir o “jogar muito bonito, dar show e vencer” ao escolher entre as históricas hipóteses: você prefere jogar bonito e perder ou jogar feio e ganhar?

 

Colaboração: Raphael Prates


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Treinadores, volantes e retranca: as armas para acabar com o encanto