Espancado após a Parada Gay do último domingo (14), Marcelo Campos, de 35 anos, não resistiu e morreu nesta quarta-feira (17). Marcelo estava internado na Santa Casa de Misecórdia de São Paulo desde a noite do domingo. Os médicos já haviam confirmado a morte encefálica, mas o rapaz foi declarado morto por volta das 19h da quarta.

O hospital afirmou que ele sofreu traumatismo craniano e seu estado de saúde era considerado muito grave. A polícia não tem pistas sobre quem teria provocados os ferimentos no homem.

Campos era cozinheiro. Ele teria sido espancado por um grupo perto da Praça da República. Segundo amigos, ele desfilava pela escola de samba Pérola Negra e não estava na festa da Avenida Paulista. O presidente da escola, Edilson Carlos Casal, disse que Campos participava dos ensaios e estava ajudando na organização da festa junina da agremiação.

Segundo a Santa Casa, os órgãos do rapaz não poderão ser doados.


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Santa Casa constata morte de rapaz agredido após a Parada Gay

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