A empresa automobilística General Motors (GM) pediu concordata na manhã desta segunda-feira (01) em um tribunal de Nova York. Com isso, a GM representa a maior quebra industrial da história dos Estados Unidos.

Na noite de domingo (31), um alto funcionário da Casa Branca já tinha confirmado o anúncio da quebra da GM para antes da abertura dos mercados de valores desta segunda.

A gigante norte-americana foi incapaz de reestruturar sua dívida não assegurada, avaliada em US$ 27,2 bilhões, um dos requisitos impostos pelo Governo para continuar financiando o fabricante de automóveis.

Desde dezembro, Washington proporcionou à GM quase US$ 20 bilhões para manter suas fabricas em operação. Agora, o Governo americano proporcionará outros US$ 30 bilhões para que o fabricante complete sua reestruturação.

Caso Chrysler

Enquanto a GM anuncia a concordata, um juiz federal de falências em Nova York aprovou a venda da maior parte da Chrysler a um grupo liderado pela firma italiana Fiat.

O magistrado Arthur González, do Tribunal Federal de Falências no Distrito Sul de Nova York, aprovou o plano no domingo à noite, depois que determinou que a única saída para a situação da Chrysler era a liquidação da empresa fundada há 84 anos.


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GM pede concordata e Justiça aprova venda de parte da Chrysler à Fiat

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