Por meio de uma nota, a Empresa Brasileira de Aviação (Embraer) confirmou que não houve acordo na reunião informal ocorrida na segunda-feira (09/03) entre representantes da empresa e membros do sindicato. Estes representam os 4,2 mil funcionários demitidos no último dia 19 de fevereiro. O encontro ocorreu no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) de Campinas.

A empresa disse que ofereceu uma indenização adicional aos ex-empregados no valor de R$1,6 mil, além dos respectivos planos de saúde pelo período de 12 meses, sem quaisquer ônus aos empregados. Mas, mesmo assim, os sindicatos “condicionaram qualquer negociação à reintegração dos empregados desligados, hipótese que a Embraer não pode absolutamente considerar”, diz a nota.

A empresa também informou que, enquanto for mantida a liminar que suspende as demissões, os funcionários estarão impedidos de movimentar as contas do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), incluindo a multa de 40% já depositada pela empresa, e não poderão dar entrada na documentação para o recebimento do seguro-desemprego ou efetuar registro em outro emprego.

Uma nova audiência de conciliação está marcada no TRT para a próxima sexta-feira (13/03), às 9h, em Campinas.


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Continua impasse entre Embraer e funcionários demitidos

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