O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) avançou para 100,5 pontos em maio, acima dos 99,2 registrados em abril, segundo levantamento divulgado nesta segunda (25) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O indicador, que teve alta de 1,3% na passagem de um mês para o outro, revela o sentimento do consumidor em relação à economia.


 


A pesquisa, realizada com base numa amostra de mais de 2 mil domicílios em sete capitais, mostra que, embora as avaliações sobre a situação da economia atual ainda estejam distantes do patamar registrado em setembro no ano passado (110,2 pontos), maio é o terceiro mês consecutivo de avanço do índice. De acordo com o documento da FGV, os dados indicam “continuidade da tendência à recuperação gradual da confiança do consumidor brasileiro”.


 


Este mês, tanto as avaliações sobre a situação presente quanto as expectativas para os próximos meses tornaram-se mais favoráveis. O Índice de Situação Atual (ISA) avançou 1,1%, passando de 97,4 para 98,5 pontos. No caso do Índice de Expectativas, o avanço foi de 1,6%, subindo de 100,7 para 102,3 pontos, o maior patamar desde setembro de 2008 (108,2).


 


De acordo com o levantamento, entre os quesitos que compõem o ISA, houve melhora da avaliação presente em relação à situação econômica local. A parcela dos consumidores que a avaliaram como boa passou de 7,3% para 7,8%. Já a dos que a consideraram ruim caiu de 52,1% para 49,2%.


 


Segundo o documento, o quesito que mede as expectativas do consumidor em relação à situação econômica local nos próximos seis meses foi o que mais influenciou a evolução do ICC. Entre os meses de abril e maio, aumentou a proporção de consumidores que preveem melhora (de 26,3% para 28%), enquanto a parcela dos que projetam piora diminuiu, de 23,5% para 20,6%.


 


O Índice de Confiança do Consumidor é composto por cinco quesitos registrados pela FGV na Sondagem de Expectativas do Consumidor. Para realizar esta análise, foram coletados dados entre os dias 30 de abril e 20 de maio.


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Confiança do consumidor na economia avança pelo terceiro mês consecutivo

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