As autoridades atualizaram o atestado de óbito do cantor Michael Jackson com as informações da autópsia que indicam a causa da morte como homicídio por overdose de anestésico, informou hoje o site americano TMZ.

O documento afirma que o “rei do pop” morreu após uma “injeção intravenosa realizada por outra pessoa” e devido a uma “intoxicação aguda de propofol”, um potente anestésico utilizado em hospitais.

O médico pessoal do artista, Conrad Murray, continua sendo o principal alvo das investigações para esclarecer se foi cometido um crime na morte de Jackson.

Murray assegurou em um interrogatório à Polícia que administrou propofol ao cantor horas antes de sua morte e contra de seu critério médico, depois que Jackson suplicasse uma dose deste calmante para pôr fim a sua insônia.

Esta revisão do certificado de falecimento fez-se pública dois dias antes do enterro de Jackson, previsto para as 23h de Brasília de quinta-feira no cemitério Forest Lawn-Glendale, em Los Angeles.

O cantor será sepultado em uma cerimônia privada à qual assistirão amigos e familiares mais próximos.


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Atestado de óbito de Michael Jackson confirma homicídio

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