A relação pais e filhos no esporte é muito questionada no quesito comandante e comandados. Podemos usarN o exemplo de Bernardinho e Bruninho como uma parceria de sucesso, devido a quantidade de títulos conquistados pela dupla no vôlei masculino.

No entanto, ao contrário do que aparenta, essa relação sempre foi motivo de muitos questionamentos na imprensa. Bruno foi convocado pela primeira vez antes dos Jogos Pan-Americanos do Rio Janeiro quando Bernardinho decidiu cortar Ricardinho por problema de relacionamento com o grupo.

Como o levantador Ricardinho era um dos melhores na época, muito se falou que Bernardinho estava fazendo isso por nepotismo, mas depois de três anos Bruninho mostrou que o treinador acertou em confiar nele e ajudou o Brasil em diversas conquistas.

No futebol boliviano, a relação pais e filhos chegou na direção do time do Aurora. A diretoria não queria que Julio César Balvidieso escalasse Maurício Balvidieso, de 12 anos, na equipe boliviana. Para evitar problemas e por não aceitar a influência dos dirigentes, o comandante deixou comando da agremiação no ano passado.

Na seleção americana de futebol, o treinador Bob Bradley foi muito questionado ao convocar Michael Bradley para atuar com a equipe. O comandante foi combatido por torcedores e imprensa, mas depois de um tempo, na Copa das Confederações e na Copa do Mundo, o técnico provou que estava certo em apostar em seu filho.

No basquete, Hélio Rubens e Helinho trabalharam junto durante muito tempo. A relação comandante e comandados neste caso fez muito sucesso. Pelo Vasco, ambos foram campeões sul-americanos e brasileiros, além de trabalharem juntos na seleção.

Com uma relação um pouco mais distante, Marcelinho Machado, atualmente no Flamengo, foi “comandado” por seu pai no basquete do Fluminense. Quando começava profissionalmente na modalidade, o atleta tinha René Machado como diretor de esportes olímpicos da equipe carioca.


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Relação pais e filhos tem criado um histórico de vitórias no esporte

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