A notícia estampada no site do Bayern de Munique nessa
quinta-feira (30) mostra incredulidade sobre a postura do corpo técnico da
Seleção Brasileira ao que se refere à situação de liberação de Dante e Luiz Gustavo.
O presidente dos bávaros, Karl-Heinz Rummenigge chama até
de "terror psicológico" a forma como que CBF tratou a “queda de braço” para que
os jogadores se apresentassem antes do dia 01, data em que o clube tem
a final da Copa da Alemanha para disputar. Ambos chegaram ao Rio de Janeiro na
manhã desta sexta-feira (31).
“Penso que a pressão exercida ali foi desumana e cruel. E,
acima de tudo, acho que foi muito injusto”, destacou o cartola e ex-jogador,
que comentou também que a dupla foi embora de Munique “visivelmente infeliz com a situação”.
Rummenigge lembra que tentou junto à Fifa uma solução mais
amigável do conflito, mas decidiu, ao lado do técnico Jupp Heynckes, liberar os
atletas, pois “se uma não-apresentação tivesse consequência para a carreira
como jogador da Seleção, então nós teríamos sido desumanos”.
O dirigente salientou também que se a CBF apresentasse uma
queixa junto à Fifa, poderia até haver, “em caso extremo”, a retirada do título
da Copa – caso o Bayern vença. De todas as formas, disse que o clube estaria “em
uma situação desconfortável”.



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