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Uma briga política entre a União Pan-Americana de Judô (UPJ) e a Confederação Brasileira de Judô pode tirar a modalidade no Brasil da Olimpíada de Pequim. De acordo com matéria do jornal <i>Folha de S.Paulo</i>,presidente da UPJ, o dominicano Jaime Casanova Martines, acusa a CBJ de tentar, junto com a federação uruguaia, aplicar um "golpe de estado", para destituí-lo do cargo na união pan-americana.

O presidente da UPJ ameaça a desfiliação da CBJ, o que impossibilitaria que o judô brasileiro participasse em Pequim. O artigo 1º do estatuto da Federação Internacional de Judô (FIJ) diz que só reconhece filiações de países membros de entidades continentais.

A acusação é a de que as federações ofereceram dinheiro para passagens aéreas, acomodações e muitos outros benefícios aos cartolas convidados a uma reunião que acontece esta semana no Rio de Janeiro, organizada pela CBJ.

Sobre as chances de o judô ficar de fora da Olimpíada, o presidente da CBJ, Paulo Wanderley, desdenha: "É mais fácil a FIJ não reconhecer a UPJ do que desfiliar o Brasil."

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Judô brasileiro pode ficar de fora da Olimpíada

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