O vice-presidente do Senado, Tião Viana (PT), disse não ver o adiamento como problema. Mesmo no caso de atraso da votação, e até filosofou.

"Acho que esse prazo está dentro da intensidade que o debate exige. É uma matéria que traz paixões, convicções ideológicas, teses políticas maiores que as sustentadas no dia-a-dia do Parlamento", disse Viana.

Se não for aprovada até o fim de dezembro, a CPMF será extinta. O governo só poderia voltar a falr do assunto em março do ano que vem, o que implicaria em uma arrecadação menor de imposto nos primeiros meses de 2008, ano em que a CPMF deve render 40 bilhões de reais.

Pelo que parece, ficar sem essa receita certamente não está nos planos do governo Lula.

Leia mais:
Cenipa prevê mais 7 acidentes aéreos em 2007


int(1)

Sem CPMF, governo vai perder R$ 40 bi em 2008