(EFE) – O prefeito de Detroit, Kwame Kilpatrick, declarou-se hoje culpado por obstrução judicial em um escândalo sexual. Agora, ele terá que renunciar e passar quatro meses na prisão.

Kilpatrick, de 38 anos, foi acusado de perjúrio, obstrução à Justiça e conduta inadequada no cargo por ter mentido sob juramento sobre uma suposta relação extraconjugal com uma ajudante de seu Gabinete. Por essas acusações, apresentadas em março, Kilpatrick poderia ter sido condenado a até 15 anos de prisão.

Como parte do acordo, Kilpatrick terá que passar quatro meses na prisão e cinco anos em regime de liberdade condicional. Além disso, terá que pagar, ao longo desses anos, US$ 1 milhão, e perderá sua licença de advogado e o direito à pensão que recebe do estado.

Como conseqüência do acordo de culpabilidade, Kilpatrick, que exercia seu segundo mandato de prefeito, terá que renunciar em um prazo de 14 dias e não poderá voltar a desempenhar um cargo público nos próximos cinco anos. O presidente do Conselho da cidade, Ken Cockrel, substituirá Kilpatrick à frente da prefeitura de Detroit até que um pleito especial para designar o novo prefeito seja realizado.

Em março deste ano, a promotora Kym Worthy apresentou as acusações contra o prefeito, depois que as mensagens de texto que Kilpatrick enviou à sua chefe de gabinete, Christine Beatty, se tornaram públicas, revelaando o caso que os dois mantinham.

Beatty, de 37 anos, que também negou sob juramento sua relação com o prefeito, foi acusada de perjúrio e obstrução à Justiça. Ela terá que comparecer perante o juiz no próximo dia 11 de setembro. No total, a promotora autorizou dez acusações criminais no caso.

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Prefeito de Detroit assume caso extra-conjugal e renuncia

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