Conheça a história real que levou Franciele Novaes das ruas aos corredores da ONU (Foto: Divulgação)

A trajetória apresentada no novo livro de Franciele Novaes nasce do ponto mais profundo da dor: o limite. Quando não havia mais caminhos, a fé tornou-se o primeiro alicerce de um recomeço que não foi planejado, mas urgente. “Chegou um momento em que ou eu mudava, ou minha história terminava ali. Foi Deus quem me levantou quando eu já não enxergava saída”, afirma a palestrante. Dessa travessia, nasce uma narrativa potente, capaz de iluminar outras vidas que também acreditam não ter mais direção.

Um dos pilares dessa reconstrução é o perdão , tanto o que liberta o outro quanto o que devolve a si mesma. Ao reconhecer que carregava pesos que não pertenciam mais ao presente, Franciele percebeu que precisava romper com as mentiras que acreditou sobre si. “O perdão não apaga cicatrizes, mas devolve liberdade. É assim que a gente volta a existir por inteiro”, destaca. No livro, esse processo aparece como a chave emocional que possibilitou a retomada de sua identidade.

CLIQUE E SIGA NOSSAS REDES SOCIAIS
Instagram – Famosos, Música, Vídeos Engraçados, Life Style e muito mais!
TikTok – Os melhores vídeos do mundo do Entretê de um jeito que você nunca viu!
Facebook – Todas as notícias do Virgula em apenas um clique, em um só lugar!

A obra revela ainda a passagem do invisível ao possível. A sensação de não pertencer, carregada durante anos, começa a ser substituída por novas oportunidades, estabilidade e reconstrução. Portas se abrem, conexões surgem e a vida, antes interrompida, se reorganiza sob um novo propósito. “Quando Deus me arrancou da invisibilidade, eu finalmente entendi que havia um caminho para mim, mesmo quando o mundo dizia que não”, explica.

Hoje, Franciele, formada, fala 4 idiomas psicanalista e palestrante ocupa espaços que ultrapassam a superação pessoal: atua como empresária, prestando serviços para embaixadores e missões ligadas à ONU. A distância entre o passado nas ruas e os ambientes onde decisões internacionais são tomadas simboliza mais que uma virada profissional, e presenta um chamado.

📍LEIA MAIS DO VIRGULA

No centro da obra, três verdades sustentam a mensagem que Franciele leva aos palcos e às páginas: o passado não define o futuro; a cura exige coragem para encarar a própria história; e Deus sempre cria novos caminhos para quem decide se levantar. A esse tripé se soma um valor que ela carrega como missão — a gentileza. “Eu só cheguei até aqui porque alguém foi gentil comigo quando eu não tinha nada. Servir transforma. Gentileza cura e muda histórias”, conclui.

O livro, portanto, nasce como um chamado à esperança: um lembrete de que, mesmo nos cenários mais escuros, sempre existe uma saída — e às vezes, ela começa no exato ponto em que tudo parece ter acabado.


int(1)

Conheça a história real que levou mulher das ruas aos corredores da ONU