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Se liga em diferentes fatos sobre os direitos da mulher pelo Brasil e pelo mundo

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O primeiro país que reconheceu o direito de votar das mulheres foi a Nova Zelândia. Isso aconteceu em 1893.

O primeiro país que reconheceu o direito de votar das mulheres foi a Nova Zelândia. Isso aconteceu em 1893.

Foto: Reprodução

O dia 8 de março é o Dia Internacional da Mulher pois no ano de 1857, em Nova York, esse foi o dia em que operárias têxteis paralisaram suas atividades em busca de direitos, mas foram duramente reprimidas.
O primeiro país que reconheceu o direito de votar das mulheres foi a Nova Zelândia. Isso aconteceu em 1893.
Já aqui no Brasil, esse direito veio em 1927, quando a professora Celina Guimarães Viana conseguiu seu registro em Mossoró, no Rio Grande do Norte.
Foi em 1837 que as mulheres entraram na universidade pela primeira vez, lá nos Estados Unidos, com a criação de uma que era exclusiva para o público feminino.
Aqui em terras brasileiras isso demorou um tempinho a mais, quando em 1887 uma mulher conseguiu ingressar na Universidade de Medicina da Bahia.
Marie Curie foi um dos grandes nomes femininos do mundo, tendo sido a primeira mulher a ganhar um Prêmio Nobel (em 1903), sendo que até agora, apenas 44 mulheres receberam o prêmio (contra 791 homens). Ela também é a única ganhar dois Prêmios Nobel em categorias científicas diferentes (física, em 1903, e química, em 1911).
Na época moderna, as mulheres só começaram a liderar países quando, em 1940, na República de Tuva, Khertek Anchimaa-Toka foi eleita presidente. Já no cargo de primeira-ministra, a primeira mulher foi Sirimavo Bandaranaike, no Sri Lanka, em 1960.
A decisão de continuar ou não uma gravidez foi legalizada pela primeira vez no mundo na União Soviética, no dia 8 de novembro de 1920 (mas vale lembrar que as mulheres fazem abortos clandestinos desde que o mundo é mundo, galera).
Nos EUA, como em alguns estados essa prática é legalizada e em outros, ainda não, muitas mulheres acabam fazendo viagens apenas para realizar um aborto.
No dia 26 de setembro de 2006, aqui no Brasil, entrou em vigor a Lei Maria da Penha, que possibilita que agressores de mulheres em âmbito doméstico sejam presos em flagrante, ou tenham sua prisão preventiva decretada.
Em 2011, Guiné-Bissau aprovou uma lei que proibia e criminalizava a prática da mutilação genital feminina. Um ano depois a Assembleia Geral das Nações Unidas reconheceu essa prática como violação dos direitos humanos.
Apesar disso, 
essa prática afeta cerca de 130 milhões de meninas e mulheres em diversos países da África e Oriente Médio.