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Por que você deve conhecer Carlos Imperial, o canalha mais pop do Brasil?

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Além de multimídia, também era sarcástico. Ele enviou, em pleno período de ditadura militar, um cartão de Natal ao militares. 

Apenas que escreveu: "'Espero que Papai Noel não faça no seu sapato o que eu estou fazendo neste cartão. Estes são os votos de Carlos Imperial.'" E com uma foto sua sentado na privada. 
Foi preso logo depois.

Além de multimídia, também era sarcástico. Ele enviou, em pleno período de ditadura militar, um cartão de Natal ao militares. Apenas que escreveu: "'Espero que Papai Noel não faça no seu sapato o que eu estou fazendo neste cartão. Estes são os votos de Carlos Imperial.'" E com uma foto sua sentado na privada. Foi preso logo depois.

Ele vivia cercado de mulheres e era comum encontrar em sua casa 10, 15 meninas andando pra lá e pra cá seminuas, como conta o filho Marco no documentário. Segundo ele, Imperial transava com "2 ou 3 mulheres diferentes por dia".
Produziu e lançou o primeiro disco da cantora Elis Regina, revelando uma das maiores artistas brasileiras de todos os tempos.  Elis tinha 16 anos na época.
Viva a Brotolândia foi lançado em 1961 pela gravadora Continental com 12 faixas.
Produtor, compositor e caça-talento musical, ele lançou nomes como Roberto Carlos, Tim Maia, Erasmo Carlos, Wilson Simonal. 

Abriu as portas do Brasil para o rock, nos anos 60, com o Clube do Rock, espaço de música e dança em Copacabana.
Gostava de se comparar ao lendário cineasta Orson Welles, diretor do clássico "Cidadão Kane". Imperial dirigia, produzia, roteirizava e atuava em alguns de seus filmes. 

Ele também costumava filmar sem roteiro, só com o argumento em mãos, como contou seu assistente, Mário Jorge. 

Produziu e dirigiu  cerca de dez filmes.
Atuou em mais de 30 filmes, entre eles diversas pornochanchadas, cinema erótico da década de 70.
Estrelou filmes como  O sexo das bonecas, Delícias do sexo, Loucuras...o bumbum de ouro, O sexomaníaco.
Além de multimídia, também era sarcástico. Ele enviou, em pleno período de ditadura militar, um cartão de Natal ao militares. 

Apenas que escreveu: "'Espero que Papai Noel não faça no seu sapato o que eu estou fazendo neste cartão. Estes são os votos de Carlos Imperial.'" E com uma foto sua sentado na privada. 
Foi preso logo depois.
Ao contrário do que se pode pensar, Imperial não bebia nem usava drogas. 

Chegou a expulsar o filho, Marco, de casa quando descobriu que ele havia fumado maconha. Marco morou dois anos nas ruas e virou hippie.
Eleito pelo PDT, Foi o vereador mais votado do Rio de Janeiro em 1982.  Em 1985, criou o PTN, Partido Trabalhista Nacional.