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Músicos contam qual foi o último vinil que compraram

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"Sempre ouvi falar dessa banda e conhecia apenas uma música deles..."

"Sempre ouvi falar dessa banda e conhecia apenas uma música deles..."

Foto: Montagem/Reprodução

"Sempre ouvi falar dessa banda e conhecia apenas uma música deles..."
"A última vez que comprei um vinil foi o do "Tenório Junior- Embalo", uns cinco anos atrás. Tenho a sorte de ganhar muitos, pois os músicos vão dando um para o outro e quando compro é em CD. Mais fácil de ouvir em qualquer lugar. Sem dúvida o som do vinil é melhor. Mas, ultimamente o som do CD tem saído muito bom também... Sem reclamação"
"Porque tem umas músicas nas cenas românticas que são muito bonitas"
"Acabei de receber um disco que ganhei no leilão do Ebay. É um disco do Johnny Collon and His Orchestra - Boogaloo '67, de 1967. Comprei porque sou um comprador compulsivo de discos. Compro muitos discos que sempre tive vontade de ter e não podia pois não achava, e hoje com o acesso à internet fica mais fácil encontrar discos raros como esse do Johnny Collon. Adoro colecionar e sempre quando posso, gosto de fazer sets tocando meus discos mais raros.

É um disco de Boogaloo, ou Latin Jazz, meio latino. Comecei a colecionar discos latinos quando fui em uma noite em Londres que só tocava esse tipo de música que é muito rico. Artistas como: Ray Barreto, Willie Rosario, Noro Morales, Fania All Stars. Entrei no club achando que ia tocar umas músicas tipo Gypsy Kings e saí de lá em êxtase total. A maioria dos discos são do final dos anos 70 até 80. E nesse meio, descobri que também tinha os Latin Funk e Latin Disco que é demais, tipo Joe Bataan, Candido, LTG Experience e muitos DJ's como Larry Levan, Danny Krivit, Fabio, Joe Claussell adoram e tocam até hoje. Giles Peterson e Snowboy fizeram varias compilações do selo Fania."
"O último vinil que eu comprei foi de uma banda chamada Rakta. É uma banda "de menina", duas moram aqui em SP, uma na Argentina e a outra na Espanha. Fazem um som bem específico, mezzo punk, mezzo dark, com uns vocais cavernosos. Estou viciado."
"Esse é o segundo disco do americano J. Tillman como Father John Misty. Ele foi do grupo Fleet Foxes. Peguei esse disco em vinil por varias razões: primeiro a capa dupla, quando você abre monta-se como se fosse um presépio, em 'pop up'. Segundo, porque o vinil é multi colorido, e terceiro porque além do vinil vem uma cópia do disco em CD. E, em quarto, o disco é ótimo pra quem gosta de música folk rock."
"O útimo disco que eu comprei foi o "Idiot" do Iggy Pop, usado e importado. Comprei na Benedito Calixto. Eu sou fã do "Lust For Life", que foi gravado no mesmo ano, em 6 dias. Gravaram rapidinho pra pegar o resto da grana e gastar com a vida. Os dois têm a produção e boa parte das composições do David Bowie. The Idiot é um discaço."
"Fiz umas pesquisas do jazz funk da ex-Iugoslávia. Comprei esse vinil do Petar Ugrin, Samo Muzika, quando estava na eslovenia. Foi o último disco que adquiri.
"Um EP dessa banda de NYC. O disco foi gravado em março de 1980. Trata-se de uma das bandas da rica cena No Wave novaiorquina.  É um discão mesmo! São apenas 4 faixas em 45 RPM. Esse foi o tipo de som que influenciou a recente cena disco-punk de bandas como o LCD Soundsystem."
"O último que comprei foi o terceiro do Budos Band. Gosto muito da sonoridade do barítono e trompete fazendo as melodias, curto muito esses sons instrumentais que são focados nos temas. Gosto também dos timbres meio setentista, dão um clima massa ao disco."
"Depois que comecei a cortar vinil ganhei mais do que comprei.  Esse (Escaldante Banda, Garotas Suecas) eu comprei em um show. Troquei discos também,  como fiz com o ótimo disco do Terno."
"Estamos em turnê na Europa no momento e aproveito sempre pra comprar discos aqui. O último que comprei foi um lote de discos em Ghent, na Bélgica. Foi um da Space Lady, um do dEUS (banda daqui) e uma coletânea de disco music do Suriname. O vício aqui é grande, todo dia é Record Store Day pra mim!"
"O último disco que eu comprei foi um vinil de Laetitia Sadier, "Something Shines", que inclusive chegou hoje. Um amigo me trouxe de encomenda da Bélgica. Sou muito fã do trabalho dela desde a época do Stereolab. Esse é um disco de belas canções e muito rico no quesito timbre. Ano passado tivemos a honra e satisfação de ter a Laetitia no nosso disco "Alexandre", compomos e gravamos uma faixa chamada "Summer Long"."
"O último disco que comprei foi semana passada, aqui na Big Papa Records. E a escolha foi o Country Life do Roxy Music. Basicamente esse foi o escolhido por dois motivos, sendo o primeiro puramente estético. Queria uma capa legal para colocar na minha estante, e essa é sem dúvida uma das capas mais sexy e maneiras dos últimos tempos. O segundo motivo aí sim é musical: xeretando as bolachas junto com a dona da loja, descobri que esse vinil era de 1974, a última edição que saiu antes de re-masterizarem o disco para o padrão das mídias digitais. Ou seja: esse vinil soa diferente do CD, dos mp3s e dos outros vinis lançados a partir de 1974. Achei demais, e não sai da vitrola. 95 reais, passei fogo na hora."
"'Raça Humana' do Gilberto Gil foi o último que eu comprei. Eu já tinha o CD, mas queria sentir a textura do vinil. Foi bem na época que eu estava gravando o meu novo trabalho, ’Euforia’, e esse disco tava fazendo a minha cabeça e a do meu produtor Jesus Sanchez. O som desse disco é impressionante: as guitarras, os sintetizadores, as levadas de bateria, as linhas de baixo… Fora toda a poesia que ali existe.
Ouvir essa obra prima do Gil roqueiro, em vinil, foi importantíssimo pra gente sacar todas as nuances."
"Eu raramente compro vinil, mas quando me deparo com um disco recém-lançado que eu já considero um clássico contemporâneo com aquela capona enorme bonita eu não resisto. Compro mesmo sem ter vitrola. É meio patético, mas eu gosto do vinil mais como um suvenir, um quadro, gosto da capa, do peso, da parte de dentro; raramente boto pra tocar. Só rola em casa de amigo. O último que eu comprei foi o Shaking The Habitual do The Knife, de 2013. Antes de comprar já tinha gasto meu mp3 até arranhar, o disco é fenomenal. O álbum é bem longo e é dividido em 3 vinis, o pacote é pesado. E as cores da arte dão um efeito meio louco nos óio... Gosto de ouvir o FLAC e ficar olhando pra arte. Ok, esse ano eu compro uma vitrola!"
"É um disco quente, cheio de poesia. É um disco muito bem feito e profundo."
"O último vinil que eu comprei foi do Elefanktz, que eles acabaram de lançar em vinil, CD e digital. Mas eu preferi comprar o formato vinil porque foi onde eu comecei. Eu apoio esse formato."
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