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As melhores histórias do Clube das Mulheres

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<i>Percebi que no Brasil não tinha nada parecido com isso, tudo aqui era direcionado para os homens – desfiles de mulheres, concursos de mulheres, desfiles de lingerie. Não havia nada para as mulheres enquanto público. Achei que a mulher brasileira poderia usufruir dessa nova modalidade.</i>

<i>Percebi que no Brasil não tinha nada parecido com isso, tudo aqui era direcionado para os homens – desfiles de mulheres, concursos de mulheres, desfiles de lingerie. Não havia nada para as mulheres enquanto público. Achei que a mulher brasileira poderia usufruir dessa nova modalidade.</i>

Este é Focca Barreto, que já foi bailarino e se inspirou no espetáculo Chippendales para montar o Clube das Mulheres.
Marcos Manzano é o mestre de cerimônias da casa e começou como produtor dos shows.
<i>Percebi que no Brasil não tinha nada parecido com isso, tudo aqui era direcionado para os homens – desfiles de mulheres, concursos de mulheres, desfiles de lingerie. Não havia nada para as mulheres enquanto público. Achei que a mulher brasileira poderia usufruir dessa nova modalidade.</i>
<i>A Glória Perez chamava as mulheres da novela de Mulher-Ricardona – que tem iniciativa, que chama pra sair, que banca o cara.</i>
<i>Clube das Mulheres é uma marca patenteada, mas ainda assim copiada por lugares menores e distantes. Não processamos mais porque sabíamos que as casas não iam vingar. Pelo contrário, muitos dançarinos acabavam migrando pro Clube, para subir na carreira. </i>
<i>Houve uma senhora que fantasiava tanto dançar com homens vestidos de árabe que ela começou a dar de presente todos os elementos cenográficos para compor uma tenda. Ela também foi quem forneceu toalhas diariamente para o número de strip de ninguém menos que Marcos Oliver, atual-ex-Teste-de-Fidelidade.</i>
Peloamordedeus, deixa eu tirar uma foto com vocês e mandar pra família?