Vírgula

Álbum

(album sem titulo)

Foto 2 de 3

“100% algodão. Made in Bangladesh por Joya que deixou a escola com 20 anos para ajudar seus dois irmãos e a mãe recém-viúva. Seu pai foi morto quando um incêndio destruiu a fábrica de algodão em que ele operava. Agora ela trabalha no prédio do outro lado da rua onde a fábrica foi queimada. Um constante lembrete do risco que ela corre todos os dias. A etiqueta não conta toda a história”.

“100% algodão. Made in Bangladesh por Joya que deixou a escola com 20 anos para ajudar seus dois irmãos e a mãe recém-viúva. Seu pai foi morto quando um incêndio destruiu a fábrica de algodão em que ele operava. Agora ela trabalha no prédio do outro lado da rua onde a fábrica foi queimada. Um constante lembrete do risco que ela corre todos os dias. A etiqueta não conta toda a história”.

Foto: Reprodução

“100% algodão. Made in Sierra Leone por Tejan . Nas primeiras vezes em que cuspiu sangue ele escondeu de sua família. Eles não podiam pagar o tratamento médico e ele não podia arriscar perder seu emprego de longa data na plantação de algodão. Um dia, quando caiu em uma convulsão, aquilo não podia mais ser ignorado. O diagnóstico foi de intoxicação por agrotóxicos. A falta de um vestuário adequado o deixou com leucemia na idade de 34 anos. Ele tem duas filhas. Uma delas começa a trabalhar na fábrica no próximo ano. A etiqueta não conta toda a história”.
“100% algodão. Made in Bangladesh por Joya que deixou a escola com 20 anos para ajudar seus dois irmãos e a mãe recém-viúva. Seu pai foi morto quando um incêndio destruiu a fábrica de algodão em que ele operava. Agora ela trabalha no prédio do outro lado da rua onde a fábrica foi queimada. Um constante lembrete do risco que ela corre todos os dias. A etiqueta não conta toda a história”.
“100% Algodão. Made in Cambodia por Behnly, 9 anos de idade. Ele acorda cinco horas da manhã todos os dias para ir até a fábrica de roupas onde trabalha. Está escuro quando ele vai e escuro quando ele volta. Se veste com roupas leves porque a temperatura da sala onde trabalha chega a 30º. A poeira na sala enche seu nariz e boca. Ele faz menos de um dólar em um dia que passa lento e sufocante. Uma máscara custaria 10 centavos a fábrica. A etiqueta não conta toda a história”.