Matuê lança “Meu Cemitério”, single carro-chefe de novo álbum (Foto: Divulgação)

Matuê lançou, às 21h desta segunda-feira (08), a faixa “Meu Cemitério”, que fará parte de seu terceiro álbum, “XTRANHO”. A música chegou acompanhada de um videoclipe protagonizado pelo rapper, ambientado em um cemitério, cenário que abre alas para a estética mais sombria, uma das características do novo trabalho.

“Talvez a luz se esconda / Talvez ela nunca responda / Lobos que ficam na ronda”, cantam os versos da canção, que une sonoridade e lírica na missão de pintar uma paisagem sonora noturna e incômoda. No universo apresentado aqui, é como se o inimigo estivesse sempre à espreita, enquanto uivos fantasmagóricos entrecortam a batida.

A faixa é composição solo de Matuê, com beats assinados pelo holandês Sapjer, assim como o australiano Brvdy e o beatmaker Chronic.

O clima de assombro se traduz também no videoclipe da faixa. Rodado em um cemitério real, em São Paulo, o audiovisual é marcado por ruídos na imagem, filmagens feitas em câmera de luz noturna e cortes rápidos de cenas inspiradas no universo do horror. O que, para muitos, é motivo de medo, é apenas playground para o rapper cearense.

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Na produção, Tuê surge vestido com o mesmo visual co-criado por ele, em parceria com a grife Ed Hardy, para o show apresentado em setembro no festival The Town. Conhecida pela atitude punk e pelo impacto no universo das tatuagens, a marca estadunidense se conecta com a obra de Matuê na intencionalidade estética e contestadora – elemento que se evidencia de forma inédita em “Meu Cemitério”.

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FICHA TÉCNICA: “MEU CEMITÉRIO” (FONOGRAMA)

Autor(es): Matuê

Beatmaker/Produtor Musical: Sapjer/Brvdy/Chronic

FICHA TÉCNICA: “MEU CEMITÉRIO” – VIDEOCLIPE

Diretor: Felipe Vieira “Aka” Fredinho

EQUIPE 30PRAUM:

Ceo & direção geral: CLARA MENDES

Artístico: MATUÊ

Direção criativa: LOUIS BRUM

Direção artística: LUMA

Direção de comunicação: JEAN SOARES

Direção de arte: LEONARDO MENDES

Gestão de projetos: EMILIA RIVERA

Direção jurídica: BERNARDO PEREIRA

Produção criativa: CAIO CARLSON

Designer sênior: CAIO MATTOS

Designer jr: NEEZY

Coordenação de segurança: BRUNÃO SUPREMOS

Coordenação logística: LUIZ CHUCK

Analista de comunicação: VINICIUS SANTOS

Analista de comunicação: BABI FROTA

Analista de comunicação: TOM BELCHIOR

Analista de comunicação: BÁRBARA DUTRA

EQUIPE CAPTAÇÃO CLIPE:

Assistente de Arte: Dedo Verde

Pesquisa de Prod. Casting: Iago Carvalho

Produtor de Casting: Alline Nolasco

Produtor de Locação: Carla Tavarez

Make: Bianca Megda

1º Assist. câmera: Julio Becker

2º Assist. câmera: Yuri de Brito Camargo

Vídeo assist: Raul Bittencourt

Logger: Juliana da Silva

Still: Vic Brito

Elétrica/Gaffer: Vinicius de Oliveira

1º Assist. elétrica

Lucas Eduardo de Oliveira

2º Assist. elétrica

Gabriel Pereira

1 Assist. maquinária: Cristiano Tertuliano

2º Assist. maquinária: Lucas Roberto

Stylist: Chamieer

Bombeira: Stephany Cristiane

Aux. limpeza: Telma Ribeiro

Assist. Foto: Markos Matos

Geradorista: TRIP ELETRICA ENGENHARIA E SERVICOS LTDA

 

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LETRA: “MEU CEMITÉRIO” – Matuê

Quando tempo gasta eu não sei,

Qual é o resultado eu não sei,

Quanto dinheiro fácil eu não sei,

Só mais uma da minha zona (zona)

Ahhhhhh,

Ela caminhando atrás da cortina é a vista que eu querer rever (Ahhhhh)

Hoje eu faço ela dizer (Ahhhhhh)

Ah minha memória assombra a minha mente com lembranças de extasy

Hoje eu faço ela dizer (Ahhhhhh)

Eu tava quieto no meu cemitério e ela veio se esconder

Hoje eu faço ela dizer (Ahhhhhh)

No ritual ela some na névoa até ela transcender,

Hoje ela me faz dizer (Ahhhhhh)

Dona, onde se vai pela sombra, talvez a lua se esconda,

Talvez a lua se esconda, talvez ela nunca responda,

Lobos que ficam na ronda, talvez ela nunca responda

talvez ela nunca responda

Eu sei que o ódio que ela carrega no coração ele nunca solta,

Talvez ele gere revolta, talvez ele gere revolta,

Coisas que ficaram no passado, hoje ela quer reviravolta,

Me doar ao verme nem morta, me doar ao verme nem morta,

Ela é uma cruz ao contrário, ela é a carta coringa do baralho,

Deita na cama ela é uma diaba de saia,

Diabólica e fode pra caralho,

Terminou meia noite o seu serviço,

Ela derrama sangue no crucifixo,

Olhei pra frente e eu só vi uma aviso, só vi um aviso (Ahhhhhh)

Ela caminhando atrás da cortina é a vista que eu querer rever (Ahhhhh)

Hoje eu faço ela dizer (Ahhhhhh)

Ah minha memoria assombra a minha mente com lembranças de extasy

Hoje eu faço ela dizer (Ahhhhhh)

Eu tava quieto no meu cemitério e ela veio se esconder

Hoje eu faço ela dizer (Ahhhhhh)

No ritual ela some na nevoa até ela transcender,

Hoje ela me faz dizer (Ahhhhhh)

Quando tempo gasta eu não sei,

Qual é o resultado eu não sei,

Quanto dinheiro fácil eu não sei,

Só mais uma da minha zona (zona)

Ela só deixou essa zona (6x)

Agora eu fico como?

Ela só deixou essa zona (8x)

Ela caminhando atrás da cortina é a vista que eu querer rever (Ahhhhh)

Hoje eu faço ela dizer (Ahhhhhh)


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Matuê lança "Meu Cemitério", single carro-chefe de novo álbum