O projeto criado pelo professor Adam Summers, que atualmente exerce a atividade de diretor associado na Universidade de Washington, recolheu amostras de diversos peixes no intuito de “branqueá-los” até suas escamas ficarem transparentes e, então, usando corantes específicos, colorir os órgãos internos.
Este experimento foi realizado com a intenção de melhor estudar a evolução dos esqueletos dos peixes. Levados ao laboratório de Biomecânica em Friday Harbor, nos EUA, os espécimes tiveram sua carne dissolvidas com uma enzima digestiva chamada tripsina que remove toda a proteína, mas deixa o colágeno intacto, o que deixa ilesos os ossos e as peles.
Após este procedimento, as regiões internas dos animais foram coloridas com dois corantes para manchar todos os elementos cartilaginosos e os tecidos. Para as fotos, eles foram submergidos em glicerina e as fotos foram tomadas com uma câmera 5D Mark III equipado com uma lente macro.
Veja as fotografias na galeria acima.

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