
Charlize Mayla, de 27 anos, uma estudante e funcionária do setor administrativo de uma empresa em Londrina, Paraná, tatuou o "gemidão do WhatsApp" no braço. "Eu estava no intervalo do curso à noite quando recebi o áudio. Um amigo meu que me mandou. A gente estava conversando. Eu nem desconfiei. Aumentei o volume e caí. Comecei a rir", afirmou ao Extra.
Ela, que divulgou o resultado em um sua página no Facebook, disse que a decisão foi rápida. Ela ouviu o "gemidão" na quarta e um dia depois fez a tatuagem.
"Algumas pessoas estão até me xingando. Teve um comentário que dizia: 'É por isso que o Brasil não vai para frente'. Eu levo na brincadeira e respondo brincando. Não vou entrar nessa onda dos comentários negativos, se não vai virar uma bola de neve", comentou.
Charlize argumentou que a tatuagem foi uma brincadeira. "Foi tipo uma zoeira. A ideia veio quando eu estava trabalhando. Falei para uma amiga minha que é tatuadora e ela começou a rir. Pegou e falou assim: 'Vamos, né?'. Depois postei a conversa com ela no Instagram e compartilhei no Facebook", disse.
A mãe dela, no entanto, não concordou. "Minha mãe ficou pistola (brava). No dia que eu fiz a tattoo ela me perguntou: 'Charlize, você está fazendo tatuagem?', porque toda vez que vou na Aimê ela já imagina isso. Ela não sabia que eu faria até porque foi no impulso. Essa foi a que fiz mais na zoeira. Eu até que gosto dela. Ainda não tenho ideia para a próxima, mas espaço ainda tem um pouquinho", completou.
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