O sonho de consumo dos preguiçosos usuários de maconha chegou: conheça o primeiro cigarro de maconha eletrônico do mundo.
Produzido – adivinhem só – na Holanda pela E-Njoint, o aparelho funciona com maconha líquida ou com a erva seca.
“A Holanda é conhecida mundialmente por sua atitude tolerante e liberal com as drogas. Contanto que você não perturbe outras pessoas e fique dentro da lei, tá tudo certo”, afirma o CEO da E-Njoint ao Mirror, Menno Contant. A empresa está em contato com a indústria de maconha medicinal para desenvolver produtos para a saúde.
Cada cigarro custa cerca de 27 reais e a empresa oferece opções livres de THC e nicotina, apenas com aromas de melancia, maracujá, morango, cereja e maçã verde.
Apenas no Reino Unido, o número de usuários de cigarros eletrônicos (apenas aromáticos ou com nicotina) triplicou nos últimos dois anos, chegando a 2,1 milhões. Já no Brasil, desde 2009, a venda e importação do cigarro eletrônico é proibida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Segundo o órgão, não há comprovação científica a sobre a qualidade e os efeitos do aparelho sobre a saúde.

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