Nos últimos dias aumentou a violência na capital ucraniana, Kiev, e em outras cidades, onde está ocorrendo a tomada de edifícios oficiais em meio aos protestos para exigir a renúncia do presidente Viktor Yanukovich e seu governo.
Na madrugada de domingo (26), os manifestantes no centro de Kiev atacaram durante horas a Casa Ucraniana, um centro cultural e de exposições, onde se encontravam duas centenas de soldados antidistúrbios.
A televisão local informou que, no telhado da Casa Ucraniana, os manifestantes encontraram cápsulas de projétil de fuzis Kalashnikov, o que aumentou a credibilidade das versões que circulavam nos últimos dias em Kiev sobre a existência de franco-atiradores.
Algumas páginas do Facebook mantidas pela resistência, como a Україна, denunciam a presença de mercenários russos, que estariam no país para eliminar os líderes dos manifestantes que protestam contra o governo ter desistido de assinar acordo de livre comércio com a União Europeia por interferência da Rússia.
De acordo com o texto, eles são funcionários dos serviços de segurança russos e a base deles é em São Petersburgo. Os mercenários estão no país, segundo a página, para eliminar alguns dissidentes e levar os sobreviventes para campos de concentração.


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