Gil Batle, 53 anos, criado em São Francisco (EUA) em uma família de imigrantes filipinos, passou 20 anos na prisão por crimes de fraude e falsificação. No período em que esteve cumprindo pena nos Estados Unidos, ele aprendeu, de forma autodidata, a desenhar e a esculpir. Por meio da arte, ele narrou sua dolorosa experiência no cárcere.
Na prisão, Gil fez tatuagens clandestinas nos presos, o que o protegeu da violência de disputas de gangue. Gil quis mostrar, por meio de sua arte, os abusos na prisão e a camaradagem entre detentos que nasceu de situações extremas.
As obras de Gil Batle estarão em exposição, do próximo dia 5 de novembro a 9 de janeiro de 2016, na galeria Ricco/ Maresca, em Nova York. A mostra leva o nome de Hatched in Prison (chocado na prisão, traduzido de inglês).

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