"A cópia da Biblioteca Houghton de Des Destinées de l'ame de Arsène Houssaye é, sem dúvida, encadernado com pele humana," confirmou a Universidade de Harvard, depois de submeter o livro a um método de identificação de proteínas.
Amostras microscópicas foram retiradas do livro e uma análise determinou que o encadernamento de “Os destinos da alma” é realmente feito com pele humana, mais precisamente de uma mulher francesa que morreu no século 19 em um hospital psiquiátrico.
O exame apenas comprova o que um bilhete que foi encontrado junto com o livro diz. Escrito por um médico e amigo do autor, o bilhete diz que o encadernamento foi foi feito com pele humana e que “nenhum ornamento foi estampada para preservar sua elegância”. Segundo o médico, um livro sobre a alma merecia ter uma “capa humana”.
De acordo com o blog oficial da biblioteca a prática era muito comum no período, quando os corpos de criminosos executados eram doados aos cientista e a pele era dada aos encadernadores.

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