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Tratamentos para evitar a calvície

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Pode se dizer que atualmente existem dois tipos de “clonagem capilar”: a de reprodução/multiplicação de folículos capilares saudáveis (que é mais corretamente chamada de “multiplicação capilar”) e a que envolve o cultivo de células em laboratórios. A primeira consiste na extração do folículo e sua divisão, o que acabaria gerando dois folículos. O problema desse tipo de procedimento é que para que dê certo é preciso que as duas partes contivessem células germinativas, o que acaba dificultando bastante a técnica. 

Outro lado ruim é que, mesmo que dê certo, o fio do cabelo nascerá mais fino desses folículos do que dos que não sofreram divisão.

Pode se dizer que atualmente existem dois tipos de “clonagem capilar”: a de reprodução/multiplicação de folículos capilares saudáveis (que é mais corretamente chamada de “multiplicação capilar”) e a que envolve o cultivo de células em laboratórios. A primeira consiste na extração do folículo e sua divisão, o que acabaria gerando dois folículos. O problema desse tipo de procedimento é que para que dê certo é preciso que as duas partes contivessem células germinativas, o que acaba dificultando bastante a técnica. Outro lado ruim é que, mesmo que dê certo, o fio do cabelo nascerá mais fino desses folículos do que dos que não sofreram divisão.

Foto: Reprodução/Tumblr

Pode se dizer que atualmente existem dois tipos de “clonagem capilar”: a de reprodução/multiplicação de folículos capilares saudáveis (que é mais corretamente chamada de “multiplicação capilar”) e a que envolve o cultivo de células em laboratórios. A primeira consiste na extração do folículo e sua divisão, o que acabaria gerando dois folículos. O problema desse tipo de procedimento é que para que dê certo é preciso que as duas partes contivessem células germinativas, o que acaba dificultando bastante a técnica. 

Outro lado ruim é que, mesmo que dê certo, o fio do cabelo nascerá mais fino desses folículos do que dos que não sofreram divisão.
A segunda, por sua vez, consiste também na extração do folículo, porém, ao invés de ser dividido, ele é, resumidamente falando, clonado em laboratório e posteriormente injetado de volta no couro cabeludo.

Com essas técnicas, não há a certeza de que o cabelo irá nascer da cor, espessura e nem na direção certa, diferente do trasplante de cabelo tradicional.

Serviço:
Clínica Vinci Hair, www.vinciclinicacapilar.com.br/
Também conhecido como microtransplante, ele funciona com os fios de cabelo do próprio paciente, transplantando-os de uma área para outra (geralmente da região lateral da cabeça para o topo). Nesse procedimento é retirada uma faixa do couro cabeludo por meio de um corte, as unidades foliculares são então separadas e o transplante é feito fio a fio.

Assim que transplantados, os cabelos tendem a cair, mas como a raiz permanece em seu novo lugar, eles voltam a crescer por volta do segundo mês.

Serviço:
Clínica de Implante e Transplante Capilar Dr. Márcio Crisóstomo, www.implantecapilar.med.br/

Clínica Davi Pontes: www.implantecapilarbrasil.com.br
Essa técnica, ao contrário das outras, não dá novos cabelos à cabeça da pessoa, mas serve para disfarçar e camuflar a calvície, pigmentando o couro cabeludo com a mesma tonalidade dos cabelos.

Pode ser usada em qualquer estágio da calvície, desde as primeiras falhas, até a completa falta de cabelo (nesse último caso, a pessoa ficará com um aspecto de cabeça raspada, ao invés de calvo). Apesar de permanente, é necessária a renovação em um período de quatro a oito anos após o procedimento.

Serviço:
Clínica Elan Mello: www.elanmello.com.br/

Kauai Studio: www.kauaistudio.com.br/
Alguns medicamentos também podem ajudar no combate à queda de cabelo, pois eles trazem substâncias que aumentam a circulação no couro cabeludo e inibem a enzima que transforma a testosterona em DHT (substância que é responsável pela queda de cabelo).

É claro que como são remédios, os seus efeitos variam de pessoa para pessoa e portanto eles devem ser tomados sempre com acompanhamento médico.