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As charges de esporte do Charlie Hebdo

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A desvalorização de atletas que não são do "primeiro escalão" do esporte também incomodava muito os chargistas do Charlie Hebdo

A desvalorização de atletas que não são do "primeiro escalão" do esporte também incomodava muito os chargistas do Charlie Hebdo

Foto: Reprodução/Charlie Hebdo

A desvalorização de atletas que não são do "primeiro escalão" do esporte também incomodava muito os chargistas do Charlie Hebdo
O presidente francês promete não esquecer ninguém enquanto desfila em carro aberto para 15 milhões de franceses que acompanham a famosa Tour de France, uma das maratonas de bicicleta mais famosas do mundo.
Quando o tenista francês Richard Gasquet foi pego no exame antidoping para cocaína em 2009, o jornal publicou a charge entitulada "Controle positivo para cocaína".
Avessos a qualquer tipo de ditadura, o Charlie Hebdo também criticou a pressão em cima dos atletas chineses durante as Olimpíadas de 2008.
Aqui a crítica é contra o uso de véu
A crítica aqui é contra a polêmica venda do PSG a um milionário do Catar.
A sátira sugeria que "a coisa iria esquentar" após a final de Roland Garros, um dos torneios mais importantes do tênis mundial.
O próprio jornalismo esportivo foi alvo de críticas durante as Olimpíadas de 2012.
Enquanto a França atingia o patamar de 4 milhões de desempregados, o Charlie Hebdo criticou os políticos por se preocuparem mais com o futebol do que com o desemprego.
Durante a Copa do Mundo o semanário criticou a postura dos trabalhadores e dos milionários que pararam tudo para assistir à competição.
Depois de um fiasco na Copa do Mundo de 2010, o então técnico da seleção francesa Raymond Domenech apareceu pedindo desculpas na capa da publicação.
Após polêmica envolvendo Ribéry e Benzema numa suposta festinha com uma prostituta menor de idade, a charge diz "prostitutas de luxo, hotel de luxo e time de idiotas".
Criticando a alta pedida de Zlatan Ibrahimovic para renovar com o PSG, ele apareceu na capa da publicação pedindo "um ou dois milhões" para se alimentar.
Em uma espécie de crítica à dependência da seleção francesa pelo camisa 9 durante a Copa do Mundo de 2014, Benzema aqui aparece ironicamente como candidato à presidência da França com promessas como  "erradicar a hemorroida".